O vídeo de abertura do Canal Homo Scientis Ego , além de falar do Prêmio de Leitura, acabou lançando um novo slogan para o livro:
Um Passeio sobre Não-Dualidade
Um Exercício de Gnham Iôga
Um Flerte com a Agnose Estrita
O vídeo de abertura do Canal Homo Scientis Ego , além de falar do Prêmio de Leitura, acabou lançando um novo slogan para o livro:
Um Passeio sobre Não-Dualidade
Um Exercício de Gnham Iôga
Um Flerte com a Agnose Estrita
Está aberto o Canal Homo Scientis Ego do YouTube que terá vídeos sobre o livro, sobre Gnham Iôga e Advaita e outros correlatos.
Comentários também estão abertos e lá você poderá se inscrever para receber notificações de novos vídeos e eventos ao vivo.
Dois meses depois da celebração do lançamento da 3 ª edição, chegaram novas velas com o selo do livro.
Manda a tradição que velas rituais sejam acesas por outras velas do mesmo rito.
Aproveitamos a vela guardada pela Bia Fernandes para acender as novas.
Obrigado querida Bia!
Lançada premiação para estimular leitores.
E aí, até onde você chegou?
No recente vídeo abaixo, a partir dos 4m34, o físico da USP David Bärg Filho traça um paralelo emocionado entre o Criacionismo Bíblico e a teoria científica do Big Bang.
Até o famoso físico inglês Stephen Hawking (recentemente falecido) se manifestou a esse respeito no seu livro "Uma Breve História do Tempo", onde disse que ele e o Papa João Paulo II concordaram que o Big Bang e o Fiat Lux seriam o mesmo evento!
No livro "Homo Scientis Ego", essa mesma comparação é feita no capítulo 5, CIÊNCIA, a partir da pág. 184 em "Teorias Contraditórias que Concordam".
É mostrado que, com alguma boa vontade, dá para ver que a sequência de eventos da Criação descrita no início do Gênesis é praticamente a mesma que se obtém da junção das teorias científicas modernas do Big Bang (surgimento do Universo), da Sopa Primordial (surgimento da Vida) e do Evolucionismo (surgimento do Homem).
Vendo assim, nossos atuais cientistas parecem ter "plagiado" o mesmo roteiro básico!
Não esqueça (a BABEL sempre te pega quando você se esquece dela) que as palavras escritas em MAIÚSCULAS no livro têm um significado diferente da mesma palavra quando escrita em minúsculas.
Embora seja confortável, evite "entender" as palavras em MAIÚSCULAS com o significado coloquial que você tem delas.
Uma palavra em MAIÚSCULA, assim como a BABEL, não é o que você está pensando dela.
Vários leitores têm dito sentir dificuldade em ler o livro numa só tacada.
Se perdem no meio de muitos conceitos novos 😕, precisam retornar a leitura para capítulos anteriores 😓. E .... param antes de chegar ao final! 😔
Acho que esse efeito é natural.
A proposta do livro é um exercício de Gnham Iôga (Jñana Yoga) para lhe proporcionar um passeio pelo mundo do pensamento e mostrar que NADA É COMO LHE PARECE! (aforisma peculiar da Gnham Iôga)
Para esse "passeio" funcionar, o leitor vai ter que se desapegar dos pontos de vista que costuma adotar e experimentar como a coisa seria quando vista de outro modo.
Dizendo assim, até parece simples. Mas a coisa pega porque desde nossa infância somos treinados e estimulados a valorizar nossos pontos de vista. Depois de anos dessa prática repetitiva, temos grande dificuldade em flexibilizar nossa maneira de ver e avaliar as coisas que percebemos. Quem aceita que o que está vendo e entendendo da vida, não é absoluto?
É o que chamamos, no capítulo 3 (pág. 99), de Quarto Pilar de Sustentação da BABEL - a Subjetividade de nossa percepção - fruto da marcante tendência de repetirmos sempre o mesmo fechamento da IMAGEM.
Enfim... se você quiser mesmo passear pelo mundo do pensamento como um Gnhami Yogi, terá que se esforçar em largar, ao menos temporariamente, os pontos de vista confortáveis que você se acostumou.
Insista que a "viagem" começa... 😉
Lançada premiação para estimular leitores. O cap. 1 (VIDA) é fácil de ler. Verá que a VIDA é bem mais que " vida & morte ". Ta...